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A sua imobiliária em São Paulo

Os melhores imóveis da Zona sul da São Paulo em um só lugar

Destaques

Prédio Comercial: 1.541m², 13 andares e 44 salas - Centro

DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO: 1.541m² de área total 13 Andares (2 sobrelojas + 11 andares) 44 Salas comerciais 2 Elevadores 2 Lojas térreas Terraço Inaugurado no final da década de 1.920 o edifício Rolim foi projetado pelo engenheiro e arquiteto Hipólito Gustavo Pujol Junior, também responsável pelo projeto do edifício onde atualmente funciona o Centro Cultural do Banco do Brasil. Para quem passa pela praça da Sé é praticamente impossível não se atentar a beleza arquitetônica que o Edifício Rolim apresenta. Segundo Juan Esteves e Antonio Carlos Abdalla: Percebem-se claramente elementos arquitetônicos que remetem ao modernismo catalão. De sua torre (fechada ao público), onde há uma belíssima cúpula revestida de bronze coroada por uma lanterna, pode-se ver uma das mais impressionantes vistas panorâmicas da cidade." O Edifício também se destacou como o prédio mais alto da cidade de São Paulo até a construção do Edifício Martinelli inaugurado no início da década de 1.930. Com área total de 1.541m², 13 andares (2 sobrelojas + 11 andares), 44 salas comerciais, 2 charmosos elevadores com portas pantográficas, 2 lojas térreas e um terraço com uma bela vista para a catedral da Sé, o Rolim é uma ótima oportunidade para investimento (uso residencial ou comercial), localizado na Praça da Sé, ao lado do Pátio do Colégio, e muito perto da estação Sé do Metrô. "As informações contidas nesse anúncio são aproximadas e podem sofrer alterações a qualquer momento sem prévio aviso, consulte nossos corretores".

R$ 3.550.000,00

República

Ref. 1088

O conceito nobre da região centro-sul em São Paulo

Dentre os vários bairros pertencentes à região Centro-Sul de São Paulo, o Jardim Paulista e o bairro de Higienópolis se despontam com aquilo de mais avançado ocorreu no conceito urbanístico, político e econômico da capital. Localizados em regiões privilegiadas, são bairros de grande potencial econômico. Particularmente o Jardim Paulista, que foi o primeiro bairro sul-americano com o conceito de cidade-jardim.

Conhecida como Jardins, a região formada por Jardim América, Jardim Paulista, Jardim Europa e Jardim Paulistano se desenvolveu na esteira da Avenida Paulista, que passou a abrigar casarões a partir de 1891. Essa toda antiguidade faz a diferença, principalmente por ter tido mais tempo de possuir em seu território grande número das melhores e principais empresas do país.

Houve importante transferência populacional do centro e arredores, para o Jardim Paulista nos anos 1960-1970 e para a Faria Lima e a Berrini/Marginal em tempos mais recentes. Não cabe detalhar os processos que estiveram na raiz dos deslocamentos socioeconômicos e urbanos para estas regiões.

Basta mencionar a saída das camadas de renda média e alta fundamentalmente para o Vetor Sudoeste da Cidade que recebeu vultosos investimentos públicos, tais como alargamento de avenidas, construção de pontes e viadutos, linha de metrô, além de novas formas de consumo, em especial shopping centers.

A ocorrência dessas dinâmicas ocorreu uma vez que houve crescente dificuldade de acesso às zonas centrais, que se traduz em restrições de trânsito, falta de estacionamento, pedestrianização de ruas, aumento da poluição atmosférica, visual e sonora, além da deterioração de vastas áreas, entre as quais se destacam aquelas contíguas ao elevado Costa e Silva.

Quando falamos de região nobre, é bom se lembrar que Higienopolis ainda mantém resquícios de seu potencial, quando se lembrar ter sido no século XIX o reduto dos barões do café. Por isso mesmo, a região é repleta de casarões antigos, quase todos eles bem conservados e abertos ao público. Já em data mais recente, são diversos os prédios da década de 50, assinados por grandes arquitetos. Bom para corretores e imobiliárias que sempre estão em busca de novas negociações, já que ativo desse porte resultam em interessante montante de honorários.

Feito esse breve histórico dos bairros centenários da capital paulista, constata-se que hoje conservam ainda a mesma condição, de possuírem uma população de alto poder aquisitivo o que transformou o mercado imobiliário da região, ativo o bastante em função da grande valorização alcançada por seus imóveis, tanto comerciais como residenciais.

Como se nota ainda hoje, imóveis no Jardim Paulista e Higienópolis são disputadíssimos, o que os torna um dos mais valorizados de São Paulo.